domingo, 17 de dezembro de 2017

INIMIGOS IMAGINÁRIOS

“Polly Pêssego.” Essas foram as palavras que Brinke Calle, de dez anos, disse quando foi encontrada coberta por seu próprio sangue no bosque da cidade rural de Cannon Falls, Minnesota. Sua melhor amiga, Melba, tinha acabado de tentar matá-la por que uma garota-aranha chamada Polly Pêssego havia mandado.
Desde aquele dia, Melba passou sete anos em uma instituição psiquiátrica. Amanhã é seu aniversário de dezoito anos. Amanhã ela será transferida para uma prisão federal. Amanhã sua verdadeira sentença começará.
Isso, até que ela recebe a visita do agente do FBI Virgil Crockett. Crockett explica que existe outro mundo além do nosso, onde espectros alienígenas famintos perseguem as mentes dos impressionáveis e fracos. Essas coisas chamadas duendes, ou PIMs (Parasitas Interdimensionais de Mentes) alimentam-se de submissão. Eles convencem os hospedeiros a fazerem coisas para eles, e quanto mais se alimentam, mais fortes ficam. Mais duendes escapam para o nosso mundo a cada dia, invisíveis a qualquer um que não seus hospedeiros.
Após anos de drogas e aconselhamento psicológico, Polly e Melba desenvolveram um relacionamento único – e para Crockett, essa relação representa algo que sua equipe pode tirar proveito. Em troca de livrá-la da prisão, Crockett pede a Melba (e Polly) para servirem como caçadoras de PIMs. Para Melba, essa é uma chance de provar que ela é inocente, persuadida a matar por um monstro… um monstro do qual ela pode se libertar agora.

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